segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Quatro

Gosto de o ver a rir e a brincar, gosto do cheiro e do olhar desafiador, gosto de estar perto, de saber que afinal vale a pena acreditar na paz. Que não há esperas vãs nem dias perdidos, que todas as noites são de lua cheia e todas as manhãs estão cheias de alguém. Quero-te, quero-te, quero-te. Por isso abre as mãos e o peito, deixa-me ficar, guarda-me em ti e espera sem esperar a cada dia que passa, que a sorte vive cá e que é doce e intemporal. Que resiste ao
medo de arriscar, resiste ao mundo, que resiste a tudo e não precisa de mais nada a não ser de ti. Tu que estás no meio de tudo. Tu de quem eu gosto, gosto, gosto.

Sem comentários:

Enviar um comentário